Interligados#1 - Capítulo 15

Aden. Aden, acorde!”

“Oh, Graças a Deus, ele está aqui.”

“Ele surgiu do nada. Não foi? Eu imaginei isso?”

“Aden, pode me ouvir?”

Aden lutou por escapar desse túnel longo e escuro pela segunda vez, com medo do que encontraria. Seus ossos palpitavam e seu sangue corria muito rápido por suas veias. Seus músculos estavam rígidos, pesados. Pelo menos seus companheiros estavam quietos, já que também custam a eles orientar-se.

Ele obrigou seus cílios a se separarem. A luz do sol obscurecida fluiu pela janela da sala, lançando manchas em sua linha de visão. Embora a luz fosse tênue, no entanto, resultou ser muito brilhante e seus olhos se encheram de lágrimas.

“Dêem espaço a ele,” uma voz masculina disse. Riley.

Então, Riley ainda era parte de sua vida. Isso tinha que significar que Victoria também era. Por favor, por favor, que signifique que ela era.

Dois pares de passos confusos. Uma garota disse, “Não posso,” então mãos brancas e quentes, tremendo pressionaram suas bochechas. Ele virou a cabeça, fundindo-se ao calor. Victoria se aproximou dele, com o escuro rabo de cavalo caindo sobre o ombro dela e fazendo cócegas em seu pescoço.

Graças a Deus.

“Ei você,” ela disse suavemente. Dedos macios alisaram o cabelo de sua testa.

“Ei. Quanto tempo estive fora?” Ele não tinha certeza do por que só não reaparecia em segundos – ou no mesmo momento – depois que desaparecia, como se nunca tivesse ido. Mas não, não fez. Não sabia por que novas lembranças não se filtraram em sua cabeça, se ele tinha mesmo mudado o passado. Mas, mais uma vez, não. A viagem no tempo e suas complexidades simplesmente o confundiam. “Quanto tempo?” Ele repetiu.

“Algumas horas.”

Não é bom. Ele tentou forçar-se a ficar sentado. “Mary Ann está...” Uma dor aguda passou através de sua cabeça, e ele gemeu.

“Com cuidado,” Victoria disse.

Quando ele se levantou, levou os joelhos até o peito e descansou a testa contra eles. Estava ofegando. “Mary Ann está aqui?”

“Estou. O que aconteceu?” Ela perguntou, preocupação gotejando em suas palavras.

Todos os seus amigos – até mesmo Riley – estão aqui. Nunca esteve tão aliviado. Se tivesse energia, teria brincado e abraçado a todos. “Preciso de um minuto para pensar.”

Tudo estava borrado. Algo mais do que viajar do passado para o presente, ele suspeitou. O retorno nunca o tinha deixado assim atordoado.

Bem, então. O que aconteceu? Obviamente, tinha mudado o passado. Ele disse ao Dr. Gray coisas que não tinha dito antes. O Dr. Gray pulou fora, exatamente como Elijah tinha previsto. Já que Aden ainda encontrava Mary Ann, o Dr. Gray, mais tarde, tomou um interesse por ele. O que significava que uma das almas logo seria liberada.

Seus lábios se levantaram em um sorriso lento. Então, Eles fizeram isso. Eles realmente fizeram isso.

Haveria mudado algo mais?

“Moro em D e M com Dan Reeves?” Ele perguntou a Mary Ann.

“Você não se lembra?”

“Eu moro?” Ele insistiu.

“Sim. Você mora.” Mary Ann esfregou os braços. “Você está me assustando, Aden.”

“Deixe de assustá-la, imediatamente,” Riley repreendeu. Tanto por sua aparente preocupação por Aden.

“Nos diga o que aconteceu,” Victoria suplicou.

Ele suspirou. “Voltei no tempo, para uma sessão de terapia que tive quando tinha onze anos.” Ele levantou a cabeça, lutando contra o enjôo quando prendeu Mary Ann com um olhar torturado. “Foi com seu pai.”

Ela piscou em confusão. “Meu pai? Eu não entendo.”

“Ele foi meu médico por um tempo, em uma das instituições em que fiquei. Não recordo qual. E não percebi que era seu pai até hoje. Ele era legal, me escutava de verdade. Eu gostei dele. Eu, bem, lhe disse o que havia acontecido, que vim morar aqui e que você era minha amiga. Que você tinha namorado Tucker. Ele meio que enlouqueceu, tratou de me expulsar de seu escritório.”

Ela sacudiu a cabeça antes que ele terminasse de falar. “Isso não soa como meu pai. Ele teria te considerado delirante, mas nunca expulsaria um paciente.”

Aden deixou isso passar, sabendo que não serviria de nada insistir ou manchar a imagem do pai dela. “Ele guarda os registros dos pacientes?” Ele perguntou, embora já soubesse a resposta. Todos os médicos guardam.

“Claro.”

“Então terá um registro meu. Eu gostaria de ler os pensamentos dele sobre mim.”

Ela cruzou os braços sobre o peito. “Isto não é só ilegal, mas pouco ético. Ele nunca me daria os arquivos.”

Aden encontrou seu olhar fixo, inquebrável. “Eu não queria que você pedisse a ele.”

Sua boca titubeou abrindo, fechando. “Isso seria roubar.”

As mãos de Victoria viajaram ao longo de sua coluna, para cima, então para baixo, uma carícia suave com o objetivo de confortá-lo. “Na verdade, isso seria ajudar um amigo em necessidade.”

Mary Ann lambeu os lábios e olhou para Riley, talvez em busca de apoio. Ele deu de ombros. Tão inocente quanto ela era e com uma vida tranqüila como provavelmente tinha, a idéia de roubar devia assustá-la.

“Por favor, Mary Ann,” ele disse. “Pegue os arquivos. Disse algo ao seu pai que fez com que me comparasse com outra pessoa, e eu quero saber quem era. E, devido a minha confissão a ele, poderia ter mudado algo aqui no presente. Talvez fosse só a sua mente. Seus pensamentos. Mas só há uma maneira de descobrir.”

Ela ainda estava calada.

Ele tentou outra estratégia. “Alguma vez ele perguntou sobre um garoto chamado Aden?”

Ela pensou durante um momento, ofegou. “Não de nome, não, mas uma vez, justo depois que eu lhe apresentei Tucker, ele se sentou comigo e me perguntou por meus amigos, se eu tinha algum novo amigo que gostava de falar com si mesmo. Naquele momento não pensei sobre isso. Pensei que fosse uma piada.” Ela passou uma mão pelo rosto. “Eu farei,” ela disse em um suave sussurro.

“Obrigada.” Seu alívio foi palpável, ele tinha certeza.

“No entanto, será difícil,” ela acrescentou. “Seus arquivos antigos estão armazenados. E aqueles arquivos que foram passados para o computador estão protegidos por senha.”

“Tudo o que peço é que tente.” Ele se colocou de pé, suas pernas um pouco instáveis. Victoria manteve o braço ao redor de sua cintura. Ele não precisava disso, não para permanecer de pé, mas se inclinou contra ela. “Que horas são?”

“7: 18,” Victoria disse.

“Da noite?” Ele quase gemeu. “Tenho que voltar. Dan disse que minhas tarefas e deveres de casa devem estar feitos antes de ir dormir. De outra forma, nunca mais me deixará ir a nenhum lugar depois da escola de novo.”

“Irei com você,” Victoria disse. “Eu o farei mudar de idéia.”

Riley suspirou, e deu uma rápida olhada pesarosa para Mary Ann. “Isso significa que tenho que ir, também.”

Victoria olhou para ele suplicante. “Eu ficarei bem. Prometo. Além do mais, você tem que cuidar da humana.”

Com outra olhada para Mary Ann, Riley mudou de um pé para o outro, passou a mão pelo queixo, e finalmente assentiu. “Tudo bem. Você tem uma hora para retornar.”

“Obrigada,” ela disse e empurrou Aden para porta da frente. “Apresse-se, antes que ele mude de idéia.”

Eles rapidamente alcançaram a linha das árvores que separavam a vizinhança da floresta. Estavam muito afastados, inclusive para alguém com uma super audição como Riley não pudesse escutar suas palavras.

“Graças a Deus que ele ficou.”

“Eu sei,” Victoria disse, sorrindo. “Esperava que ele fosse um obstáculo. Como ele é o encarregado de minha proteção, se algo me acontecer, seria executado.” Sem deixar sua postura elegante, ela se agachou e recolheu alguns frutos caídos. “Ele deve gostar de Mary Ann mais do que eu havia pensado.”

Pela primeira vez, Aden estava contente por isso.

Victoria olhou ao redor. “Temos uma hora antes que eu retorne. Quer gastá-lo aqui?”

“Dan...”

“Não se preocupe. Eu cuidarei dele.”

“Está bem.”

Ela parou, os frutos balançando perfeitamente em sua mão, sem nem sequer rodar. Aden parou também, de frente pra ela. Um pálido raio de sol se filtrou através das copas das árvores, uma névoa de rosa, violeta e dourado que adoravam sua pálida pele.

Pele que não podia ser cortada, ele recordou. “O que poderia te acontecer que causaria problemas a Riley?”

“Eu posso ser seqüestrada,” ela disse, deixando cair um dos frutos. “Mantida como refém por alguém que não gosta do meu pai.” Outro fruto caiu. “E eu posso ser ferida.” O resto caiu ao chão, formando uma pilha.

Ele não gostou do som disso e se encontrou dando uma olhada aos arredores, buscando qualquer ameaça que possa esta escondida nas proximidades. Mas como sempre, até mesmo os insetos estavam em silêncio, talvez percebendo que ele e Victoria eram mais que humanos e, portanto, perigosos.

“Eu quero saber como você pode ser ferida.” Desta forma, ele também poderia aprender a protegê-la do perigo.

Ela se afastou dele e se apoiou contra o tronco da árvore. “Dizer a qualquer um das fraquezas dos vampiros é punível com a morte, para ambos, o vampiro que disse e aquele em quem confiou. É por isso que minha mãe ficou na Romênia. Ela contou nossos segredos para um humano e agora está presa até que meu pai decida a melhor forma de matá-la.” No final, sua voz tremeu.

“Sinto muito por sua mãe. Não quero que nada disso aconteça com você, então, por favor, não me diga.” Ele não tinha medo por ele, mas por ela. Ele descobriria de outra forma. Por Riley talvez. Eles tinham seus momentos de civilidade.

Muito estranho, seus companheiros não reagiram à declaração dela. Na verdade estavam calados desde que ele despertou neste novo presente. Sim, eles normalmente permaneciam em silêncio depois de uma viagem ao passado, mas não por muito tempo. Nesta hora, já deveriam estar de volta em seus estados normais.

Ele podia senti-los, então sabia que eles estavam ali. Por que não falavam?

Victoria encarou seus pés. Já não trazia suas sapatilhas, expondo as unhas pintadas de preto. Preto. Huh. Ela gostava de cores. Recordou de seu sorriso quando ela viu a casa de Mary Ann. Ele se perguntava se esmalte de cores ia contra as regras vampíricas. Se fosse assim, ela tinha se metido em problemas por ter tingido algumas partes de seu cabelo de azul?

“Eu não te disse o castigo por compartilhar os segredos dos vampiros para assustá-lo,” ela disse. “Só para adverti-lo do que pode nos acontecer se você disser para mais alguém. Inclusive Mary Ann.”

“Sério. Você não tem que me dizer.”

“Eu quero.” Tomou uma longa respiração, e a deixou sair. “Os vampiros são vulneráveis nos olhos e dentro dos nossos ouvidos,” sua mão se moveu para cada lugar enquanto falava. “Dois lugares que nossa dura pele não pode proteger.” Agora ela estendeu sua mão para ele. “Deixe-me ver uma de suas adagas.”

“De jeito nenhum. Não quero uma demonstração.”

Um sorriso brotou dela. “Humano bobo. Não vou tirar um de meus olhos.”

Então o que ela iria fazer? Seu braço tremia enquanto lhe entregava uma adaga.

“Observe.” Seu olhar nunca deixou o dele, ela levantou a adaga e cravou no peito.

“Não!” Ele gritou, sacudindo o pulso e tirando a adaga dela. Mas era muito tarde, e esperava ver sangue. Tudo o que viu foi uma camisa rasgada. A pele debaixo do pano não tinha arranhão. Entretanto, isso não importou a seu sistema nervoso. Seu coração estava acelerado incontrolavelmente, e o suor gotejava por sua pele. “Nunca mais faça isso de novo, Victoria. Estou falando sério.”

Outro de seus risos despreocupados percorreu entre eles. “Você é tão doce. Mas não pode ser enfiada uma estaca no coração de alguém como eu, então não se preocupe. Uma lâmina como está não é nada para mim.” Ela a levantou e ele viu que a metade estava dobrada. “No entanto, para nos matar, para queimar através de nossa pele e chegar a nossos órgãos sensíveis, tudo o que o inimigo precisa é disto.” Ela deixou cair à faca e levantou à mão, o anel de opala que sempre carregava estava brilhando.

Sustentando sua lisa palma, ela deslizou o dedo sobre a jóia, empurrando o opala sobre o ouro e revelando um recipiente pequeno cheio de uma pasta grossa, de cor azul brilhante.

“Je la nune,” ela disse. “Isto é... bem, suponho que a melhor forma de descrevê-lo é dizer que é o fogo mergulhado em ácido, em seguida envolvido em veneno e exposto a radiação. Nunca toque nisso.”

A advertência era desnecessária. Ele havia dado um passo para trás. “Então por que você carrega isso por aí?”

“Nem todos os vampiros são seguidores do meu pai. Há rebeldes por aí que adorariam mais do que tudo me ferir. Dessa maneira, posso feri-los.”

“Se isso é tão corrosivo, como é capaz de ser guardado em um anel?”

“Assim como há cofres resistentes ao fogo para guardar objetos de valor humano, há metais resistentes a Je la nune. Não muitos, mas uns poucos. Minhas unhas são pintadas com um desses metais fundidos para evitar que se queimem.”

Ela afundou uma longa, unha quadrada no recipiente, aproximando-a, em seguida, levantou o outro braço e cortou o pulso. Carne queimada e sangue imediatamente correram livres, escorrendo por seu braço. Ela estava fazendo uma careta, apertando os lábios para silenciar seus gemidos.

“Por que você fez isso?” Ele gritou. “Eu te disse que não precisava de demonstração.”

Um momento se passou antes que ela fosse capaz de falar, estava ofegando. “Eu queria que você visse. Para que entendesse este poder.”

Ele envolveu os dedos ao redor do pulso dela, segurando o braço firme para ela. “Você vai curar?”

“Sim.”

Ele ainda podia escutar a dor em sua voz. A pele permaneceu partida e rasgada, o sangue ainda gotejava. O sangue era mais vermelho que qualquer outro que já tinha visto, mais brilhante, como o que pareciam ser pequenos cristais que captavam a luz do sol e brilhavam. “Quando?”

“Logo.” Seus olhos se fecharam, mas não antes que ele visse seu olhar perdido mais uma vez em direção ao pulso que batia a marteladas no pescoço dele. Seus afiados dentes cerrados, afiados.

Ela ainda continuava a sangrar, a ofegar. Por que poderia... Realização o atingiu e ele fez uma careta. Ela nunca tinha planejado dizer a ele. Teria apenas sofrido até eles se separarem. “Você irá se curar quando beber, não é?”

Ela assentiu, pálpebras abrindo lentamente, encontrando seu olhar, prendendo-o. Um suspiro estremecido saiu dela. A força de sua fome era como uma coisa viva entre eles. Felizmente, sua resistência estava desmoronando, ele sabia que estava. Finalmente.

Ele soltou o braço dela para segurar a sua bochecha. “Beba de mim então. Por favor. Eu quero que você faça.”

Aqueles dentes afiados se afundaram em seu lábio inferior. “Não se preocupe. Posso me alimentar mais tarde está noite. Vou ficar bem.”

“Eu quero ser quem te ajuda. Curá-la da forma que você curou meus lábios naquela noite.”

As mãos dela enrolaram-se no cabelo dele, sua expressão era torturada. “E se você me odiar por me alimentar de você? E se eu te der nojo? E se me tornar viciada em seu sangue e tentar tomar de você todos os dias?”

Oh, sim. Ela estava desmoronando. Ele se inclinou, devagar, tão devagar que ela poderia detê-lo a qualquer momento, e pressionou seus lábios contra os dela. “Eu nunca poderia te odiar. Nunca poderia ter nojo de você. E eu adoraria ver você todo dia. Eu já te disse isso.”

Seus cílios, tão incrivelmente longos, fundiram-se quando as pálpebras se fecharam pela metade. “Aden,” ela respirou, e depois o beijou. Os lábios dela se separaram e sua maravilhosa língua deslizou para fora. Ele abriu a boca, dando-lhe as boas-vindas ao seu interior, logo encontrando a língua dela com a sua.

Ela tinha gosto de madressilva, e cheirava a doce e floral. Os braços dela estavam ao redor dele, mantendo-o mais perto. Era um aperto forte, machucando, e ele amou isso.

Suas mãos se deslizaram pelo cabelo dela, uma segurando, a outra a curvando para um contato mais profundo. Seu primeiro beijo, e foi com a garota dos seus sonhos, a quem queria por muito tempo, talvez quisesse para sempre.

Era tudo o que ele tinha desejado, e ainda muito mais. Ela era tão suave contra ele, suave onde ele era duro, os pequenos gemidos no fundo de sua garganta eram doces. O resto do mundo se perdeu até que só ela importava. Até que ela se converteu em seu mundo, sua âncora na tormenta cada vez mais selvagem.

Tudo o que Elijah previu estava tornando realidade. Seu primeiro encontro com Victoria, em seguida seu beijo de despedaçar a alma. Ele sabia o que viria depois, já esperava, mas nada podia fazer pra prepará-lo para o maravilhoso momento quando ela tirou a língua de sua boca, baixou a cabeça até o pescoço e fundiu seus dentes com profundidade. Houve uma dor forte, mas rápida, que foi logo substituída por um calor embriagador, como se ela estivesse bombeando drogas diretamente em sua veia enquanto bebia dele.

“Estou bem,” ele disse a ela, no caso de estar preocupada. Não queria que ela parasse. Inclusive quando os enjôos envolveram a sua mente, e seu corpo perdia peso, ele não queria que ela parasse. Acariciou o cabelo dela, animando-a a continuar.

Suas mãos envolveram-se no cabelo dele, massageando o couro cabeludo. Sua língua empurrava contra a carne, fazendo com que o sangue fluísse diretamente em sua boca. À distância, ele podia escutar sua degustação. Finalmente, no entanto, ela se afastou ofegando.

Ele gemeu pela falta dela. “Você não deveria ter medo de que...” ele disse. Ele tinha ficado bêbado e entrado em um túnel? Suas palavras eram confusas e soavam muito distantes. “Eu adorei isso. Não acho que você seja um animal, prometo.”

“Aden,” ela disse, horror em sua voz. Isso foi a última coisa que ouviu antes que seus joelhos cedessem e ele caísse ao chão.

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